Ação da Neoenergia Coelba bate recorde e reforça combate às instalações irregulares nos postes
Foto: reprodução
A Operação Gatonet atingiu um marco inédito na Bahia: 1 milhão de quilos de cabos de telefonia e internet retirados entre janeiro e novembro de 2025. O volume, o maior já registrado, representa um crescimento de 160% em comparação ao mesmo período do ano anterior e reflete o avanço das ações da Neoenergia Coelba em combate às instalações irregulares.
Segundo a distribuidora, o objetivo da operação é reduzir a poluição visual nas cidades, aumentar a segurança da população e evitar interrupções no fornecimento de energia provocadas por provedores clandestinos. A intensificação das ações em 2025 incluiu a duplicação das equipes dedicadas exclusivamente à retirada de fiações ilegais.
Os municípios com maior quantidade de cabos removidos foram Vitória da Conquista (85 toneladas), Feira de Santana (72 t), Salvador (69 t), Brumado (47 t) e Lauro de Freitas (38 t). Além da fiação irregular, mais de 41 mil caixas instaladas sem autorização também foram retiradas dos postes. Esses equipamentos são apontados como os principais responsáveis por incêndios em redes elétricas, por não terem capacidade técnica para suportar exposição ao tempo.
Para facilitar a regularização dos provedores, a Coelba disponibilizou um canal exclusivo voltado ao esclarecimento de dúvidas das empresas. A distribuidora também lançou, neste ano, um portal que permite aos consumidores verificar se as operadoras de telefonia e internet atuam de forma regularizada em suas cidades. No site, é possível consultar provedores autorizados e evitar a contratação de serviços irregulares.
O compartilhamento dos postes segue as normas estabelecidas pelas resoluções conjuntas da Aneel, Anatel e ANP, que determinam que as empresas precisam estar regularizadas e manter seus equipamentos conforme padrões técnicos e comerciais. A Neoenergia Coelba reforça que o objetivo da iniciativa não é prejudicar prestadoras de serviços ou consumidores, mas garantir a segurança da população e reduzir o emaranhado de fios que gera riscos e impacta a estética urbana.
Por Lala Freitas /
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