Fiscalização do Procon encontrou capas, cabos, carregadores e fones de ouvido com símbolos da marca sem autorização; responsáveis por estabelecimentos foram encaminhados para depoimento.Foto: Reprodução / Polícia Civil
A Polícia da Bahia apreendeu acessórios para celulares com indícios de falsificação durante uma fiscalização em lojas de eletrônicos, estabelecimentos comerciais e pontos de venda de acessórios em Salvador. Os produtos ostentavam símbolos da marca Apple sem autorização e foram encontrados durante a Operação Maçã, realizada em conjunto com a Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon).
Segundo a polícia, foram apreendidas 2.419 capas, 742 cabos, 299 carregadores, 35 fones de ouvido e quatro fontes de alimentação. Os acessórios apresentavam símbolos da Apple sem a devida autorização, o que indicava a possível comercialização de produtos falsificados.
A fiscalização foi coordenada pela Delegacia de Defesa do Consumidor (DECON), unidade vinculada ao Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC). A ação teve como objetivo verificar a regularidade das atividades comerciais, a procedência das mercadorias e o cumprimento das normas de defesa do consumidor.Durante as diligências, policiais civis e fiscais vistoriaram os produtos expostos à venda e os itens armazenados nos estoques dos estabelecimentos. A fiscalização buscou identificar mercadorias com indícios de falsificação e verificar a regularidade dos produtos comercializados.
Todo o material apreendido foi contabilizado e identificado individualmente para subsidiar as providências administrativas, investigativas e periciais. Os responsáveis pelos estabelecimentos foram encaminhados para prestar depoimento.
Os acessórios serão submetidos à perícia técnica, que deverá contribuir para a análise das mercadorias e para as medidas cabíveis no âmbito da investigação.
A Operação Maçã é uma ação integrada entre a Polícia da Bahia e a Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), voltada à fiscalização de produtos que apresentam indícios de falsificação e reproduzem marcas sem autorização.
Por Kaylan Anibal /
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