Proposta apresentada na Câmara Municipal homenageia educadora e ativista contra o racismo e a intolerância religiosaFoto: reprodução Um projeto de lei que propõe a mudança do nome do Elevador Lacerda para Elevador Makota Valdina foi apresentado na Câmara Municipal de Salvador (CMS). A proposta, de autoria da vereadora Eliete Paragiassu, já foi encaminhada à Comissão de Constituição e Justiça e Redação Final e aguarda a definição de um relator.
De acordo com o texto, a alteração busca homenagear a educadora Valdina de Oliveira Pinto, conhecida como Makota Valdina, reconhecida por sua atuação no combate ao racismo e à intolerância religiosa. Além disso, a líder religiosa exerceu papel importante na preservação das culturas de matriz africana, tendo atuado como professora da rede municipal e integrante do Conselho Estadual de Cultura da Bahia.
Nesse sentido, destaca-se que Makota Valdina recebeu diversas homenagens ao longo da vida, como o Prêmio Clementina de Jesus, o Troféu Ujaama e o título de mestra popular do saber. A educadora também publicou, em 2013, o livro “Meu Caminhar, Meu Viver” e faleceu em março de 2019, aos 65 anos, após uma parada cardíaca.Atualmente, o Elevador Lacerda, inaugurado em 1873, recebeu esse nome apenas em 1896, em homenagem ao engenheiro Antônio de Lacerda. Antes disso, era conhecido como Elevador Hidráulico da Conceição da Praia ou Elevador do Parafuso. A proposta, portanto, reacende o debate sobre memória histórica e homenagens em espaços públicos da capital baiana.Por Leo valente /
Um projeto de lei que propõe a mudança do nome do Elevador Lacerda para Elevador Makota Valdina foi apresentado na Câmara Municipal de Salvador (CMS). A proposta, de autoria da vereadora Eliete Paragiassu, já foi encaminhada à Comissão de Constituição e Justiça e Redação Final e aguarda a definição de um relator.
De acordo com o texto, a alteração busca homenagear a educadora Valdina de Oliveira Pinto, conhecida como Makota Valdina, reconhecida por sua atuação no combate ao racismo e à intolerância religiosa. Além disso, a líder religiosa exerceu papel importante na preservação das culturas de matriz africana, tendo atuado como professora da rede municipal e integrante do Conselho Estadual de Cultura da Bahia.
Nesse sentido, destaca-se que Makota Valdina recebeu diversas homenagens ao longo da vida, como o Prêmio Clementina de Jesus, o Troféu Ujaama e o título de mestra popular do saber. A educadora também publicou, em 2013, o livro “Meu Caminhar, Meu Viver” e faleceu em março de 2019, aos 65 anos, após uma parada cardíaca.Atualmente, o Elevador Lacerda, inaugurado em 1873, recebeu esse nome apenas em 1896, em homenagem ao engenheiro Antônio de Lacerda. Antes disso, era conhecido como Elevador Hidráulico da Conceição da Praia ou Elevador do Parafuso. A proposta, portanto, reacende o debate sobre memória histórica e homenagens em espaços públicos da capital baiana.Por Leo valente /

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