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Primeiro dia de Carnaval reúne mais de 1 milhão de pessoas em Salvador, diz Bruno Reis

 

Ele destacou que os fatos estão sendo investigados e que os responsáveis serão punidos.
Foto: Reprodução

O secretário de Segurança Pública, Marcelo Werner, falou sobre o primeiro dia de Carnaval e fez um balanço das ocorrências registradas. Entre os casos, estão o de uma mulher vítima de estupro e o de um homem baleado dentro do circuito. Ele destacou que os fatos estão sendo investigados e que os responsáveis serão punidos.

“Primeiro, destacar que tivemos essa ocorrência aqui no Campo Grande. Temos 53 portais funcionando e mais de 3 mil itens retirados de circulação. Eu costumo dizer que nossos circuitos não são estéreis, porque temos residências, hotelaria e comércio. Ao longo dos portais, da nossa patrulha e do videomonitoramento, conseguimos retirar de circulação muitos itens que poderiam ser utilizados para o cometimento de crimes e lesões a terceiros.

No caso do homem baleado, adotamos imediatamente as providências. A pessoa foi socorrida e já recebeu alta hospitalar. Foi uma briga generalizada. Nossas equipes já estão acompanhando, buscando imagens e recebendo informações de forma anônima e sigilosa pelo Disque-Denúncia 181, para que possamos elucidar o caso e apresentar os responsáveis à Justiça. No ano passado tivemos uma ocorrência parecida e, poucos dias depois, conseguimos identificar e responsabilizar os envolvidos.”

Sobre o caso de violência sexual, o secretário afirmou:

“Não dá para falar de um caso como esse sem demonstrar indignação e total repúdio a qualquer tipo de violência ou importunação sexual contra a mulher. Fazemos questão de reforçar nosso apoio à vítima e à família. A rede de proteção já está ativa para atender essa ocorrência da melhor forma possível. A vítima já foi ouvida, assim como uma pessoa que estava com ela. Exames periciais foram realizados, e equipes da Polícia Civil, da Polícia Militar e do DPT estão acompanhando o caso e realizando diligências.

As imagens das regiões estão sendo coletadas para identificar os responsáveis. Caso sejam identificados, faremos uma atuação enérgica e rápida, apresentando-os à Justiça. Em casos recentes, conseguimos prender envolvidos e aplicar medidas cautelares, como o uso de tornozeleira eletrônica.

Não vamos passar a mão na cabeça de ninguém. Precisamos ser firmes. Reforçamos campanhas como ‘Não é Não’ e investimos em equipes especializadas, como o Batalhão Maria da Penha e o Departamento de Proteção à Mulher, além da capacitação do policiamento para combater qualquer tipo de violência contra a mulher.”

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