Vídeo exibindo suposta cobrança adulterada viraliza e levanta dúvidas sobre documentoImagem: arte/reprodução
Um internauta chamou a atenção para possíveis contas de água falsificadas da Embasa após publicar vídeos nas redes sociais comparando duas faturas aparentemente idênticas. Segundo o denunciante, detalhes como QR Code e chave PIX poderiam induzir consumidores ao pagamento errado, o que gerou preocupação entre usuários.
No vídeos, o autor mostra a fatura considerada original ao lado da suposta versão adulterada. Os documentos apresentam layout semelhante, o que, de acordo com o denunciante, facilitaria o golpe. A circulação do material aumentou o debate sobre a segurança dos meios de pagamento e a possibilidade de golpes envolvendo boletos.
Diante da repercussão, a Embasa divulgou nota esclarecendo que a conta de água realmente passou por mudanças e começou a ser distribuída aos consumidores em janeiro. O layout foi atualizado com elementos gráficos adicionais, o que pode ter gerado dúvidas entre os clientes.
Segundo a estatal, a nova fatura passou a incluir dois QR Codes: um para pagamento via PIX e outro destinado ao acesso da nota fiscal do serviço. Com a atualização, o documento também passou a funcionar como DANFe — Documento Auxiliar de Nota Fiscal de Água e Saneamento Eletrônica — permitindo ao cliente consultar a nota fiscal e visualizar informações como chave de acesso e link para verificação.
Além disso, o QR Code para o pagamento via PIX foi mantido na parte inferior da conta, acompanhado do CNPJ da Embasa (13.504.675/0001-10) e do banco recebedor (Citibank). De acordo com a empresa, essas informações ajudam o consumidor a se proteger contra possíveis golpes. A orientação é de que o cliente verifique esses dados antes de finalizar o pagamento.
A Embasa afirmou ainda que a atualização atende à nova Regulamentação da Reforma Tributária e foi implementada com o objetivo de aumentar a transparência e a segurança do processo de cobrança e salienta que qualquer dúvida o consumidor deve entrar em contato com a estatal pelos canais oficiais.
Por Ana Almeida /
0 Comentários