O Flamengo confirmou o roteiro esperado, foi cirúrgico e garantiu vaga na final da Copa Intercontinental ao vencer o Pyramids por 2 a 0, neste sábado (13), no Estádio Ahmad bin Ali, no Catar. Com domínio emocional e eficiência nas jogadas aéreas, o time carioca resolveu a semifinal sem sustos.
A arma foi clara e bem executada: bola parada. Arrascaeta, com precisão de manual, foi o cérebro da partida ao servir os zagueiros em dois cruzamentos milimétricos. O Flamengo não precisou de volume excessivo; precisou de organização e leitura de jogo. Teve.
O placar foi aberto aos 23 minutos do primeiro tempo. Após cobrança de falta pelo lado esquerdo, Léo Pereira subiu mais que a defesa egípcia e cabeceou firme, sem chance para o goleiro. Gol de zagueiro, gol de treino, gol de time pronto.
Na etapa final, o filme se repetiu cedo. Aos seis minutos, Arrascaeta cobrou falta quase do mesmo ponto, e Danilo apareceu livre no segundo pau para ampliar. Dois gols praticamente idênticos. Coincidência? Não. Mérito tático.
Com a vantagem construída, o Flamengo administrou o jogo com maturidade. Controlou o ritmo, neutralizou as tentativas do Pyramids e confirmou a classificação sem correr riscos desnecessários. Pragmatismo é virtude em mata-mata. O Flamengo entendeu isso.
A vitória coloca o Rubro-Negro em mais uma final internacional e consolida uma temporada histórica Por Fernanda Mamona /
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