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Idoso engasga com espinha de peixe, busca HRSAJ e família relata dificuldade em realizar procedimento

 

Família afirma que Hospital Regional disse não realizar retirada da espinha; clínica particular teria cobrado R$ 22 mil. Paciente de 68 anos foi levado ao HGE e aguarda procedimento nesta manhã.

Foto: Canva

O Blog do Valente recebeu, na manhã desta sexta-feira (21), o relato de Georgio Leandro, morador de Santo Antônio de Jesus, que procurou ajuda após o sogro, de 68 anos, engasgar com uma espinha de peixe e enfrentar dificuldades para conseguir atendimento especializado.

Segundo Georgio, o idoso estava almoçando quando engoliu a espinha, que ficou presa na garganta.

“Meu sogro comeu o peixe e aí engasgou sua espinha. Ou seja, a espinha atravessou na garganta. Ele engasgou, acontece isso com várias pessoas, é uma situação muito comum,” contou.

HRSAJ teria informado que não realizava o procedimento

A família levou o idoso ao Hospital Regional de Santo Antônio de Jesus (HRSAJ), mas, de acordo com o relato, foi informada de que a unidade não realizava o procedimento necessário para retirada do corpo estranho.

“No Hospital Regional, o pessoal disse que lá não fazia o procedimento pra tirar a espinha,” afirmou Georgio.

Diante da situação, uma clínica particular teria sido indicada.

“Um hospital particular diz que fazia o procedimento, mas o valor era 22 mil. 22 mil,” relatou.

Sem condições de pagar, família decidiu levar o paciente ao Hospital Geral do Estado (HGE), em Salvador. O deslocamento foi dificultado pela forte chuva na capital baiana, e o idoso chegou à unidade apenas por volta de 21h, segundo o cunhado que viajou com ele.

HGE avaliou o caso e orientou aguardar 12h

Ao chegar ao hospital, o paciente passou por avaliação, mas o procedimento não pôde ser feito de imediato.

“Avaliaram ele e disse que só podia fazer o procedimento depois de 12 horas que ele se alimentou. Disseram que não estavam vendo a espinha, que a garganta estava inchada. Aí tá aguardando pra hoje dez horas da manhã,” explicou Georgio.

A família afirma acreditar que o peixe consumido foi corvina, espécie comum no litoral baiano. O idoso segue em observação. O Blog do Valente segue em contato com a família e aguarda atualização sobre o procedimento marcado para às 10h no HGE.Por  / 

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