Estatal prevê captação de R$ 20 bilhões e ações para corte de custos, modernização e expansão do portfólioImagem: reprodução
Depois de 12 trimestres consecutivos de prejuízos, a nova gestão da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos aprovou um plano de reestruturação para garantir liquidez e manter seu papel como operador nacional de logística. O documento reúne três eixos principais de atuação e prevê, até o fim de novembro, a captação de R$ 20 bilhões com um consórcio de bancos.
Para atingir as metas definidas, os Correios estimam aplicar, nos próximos 12 meses, uma série de medidas, entre elas:
- Programa de Demissão Voluntária (PDV) e redução de custos com planos de saúde;
- Revisão da rede de atendimento, com possibilidade de desativação de até mil agências deficitárias;
- Modernização da operação e da infraestrutura tecnológica;
- Monetização de ativos, incluindo venda de imóveis, com potencial de arrecadação de até R$ 1,5 bilhão;
- Expansão de portfólio para e-commerce e análise de fusões e aquisições para fortalecer a empresa no médio prazo.
As ações já haviam sido antecipadas pelo presidente da estatal, Emmanoel Rondon, no início de outubro e agora foram oficialmente aprovadas pelos conselhos da companhia.
Apesar do anúncio, o comunicado não detalhou como cada uma das iniciativas será executada.
Por Alinne Souza /
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